2020: Estelizabel disse que se retratou com Pollyana e não há ruptura no PSB

Foto: Ascom

A deputada estadual Estelizabel Bezerra (PSB) está entre as forças políticas que pretende manter os parceiros juntos no mesmo projeto de governo. Nesta quinta-feira (16), ela deu entrevista na rádio Correio FM e disse que não há sinal de ruptura de membros no partido. Com relação às insatisfações da colega deputada Pollyana Dutra com o partido, ela disse que já se retratou sobre não tê-la indicado a compor uma das três Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) criadas na quarta (15) instaladas na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB).

“Cada bancada indica dois titulares e dois suplentes. Provavelmente, a deputada não foi lembrada porque ela já publicamente integra o bloco do G10 na Assembleia. É natural que, na contagem, tenham se esquecido dela, apesar dela ser do partido que é do bloco majoritário”, justificou.

Sobre qualquer concorrência entre os membros, Estelizabel disse que isso também foi descartado. “Somos três mulheres no partido. Existe concorrência por projetos, mas não vejo o partido com algum tipo de rachadura. Tivemos esta semana uma dinâmica diferente na Assembleia. Foi a primeira vez que vi algo como o desabafo de Pollyana. Mas só soube pela imprensa. Já a procurei para conversar, reconheci meu ato falho. Os outros deputados têm se mostrado muito alinhados com a base do governo”, falou.

Sobre o que o partido está planejando para as Eleições de 2020, a deputada informou que pode ser que aconteça uma ruptura, mas não agora. “O modelo de governo é o que já tivemos com Ricardo, que é continuado por João Azevedo. Temos um orçamento democrático, temos investimentos em obras infraestruturantes, financiamentos com o BNDES, dentre outros. É preciso que se mantenha esse foco, não ficar fragmentando emendas para 2020”, comentou.

Reunião PSB – Sobre o partido ter se reunido esta semana e ter emitido críticas ao governador João Azevêdo e o presidente da Assembleia, Adriano Galdino, Estelizabel desmentiu. “O que se fala no partido deve permanecer nele. Não houve crítica aos dois, enquanto gestores não houve crítica. O que nós fizemos lá foi uma leitura sobre os desafios para 2020. Falamos que o partido precisa contar com esses líderes, mas também de outras lideranças. Essa disputa vai se dar em 2020, que será num cenário dramático de crise econômica”, disse.

Saúde – Sobre as investigações da Operação Calvário, em que membros do governo de Ricardo Coutinho da Secretário de Saúde através do programa Cruz Vermelha, estão envolvidos e afastados do atual governo, Estelizabel disse que confia na coerência das pessoas envolvidas e na seriedade das investigações.

“Muita coisa aconteceu nos afastamentos. Existe uma crise, uma investigação e a necessidade de preservar o governo. Os afastamentos de Cláudia Veras da Saúde, mas ainda para outro posto no governo, de Gilberto e Livânia para investigações estão sendo cumpridas. Vamos aguardar os resultados”, concluiu.

Redação PB Debate

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