Assaltos, filas e falta de organização marcam o dia a dia do Terminal de Integração

O Terminal de Integração de Campina Grande só tem oito anos, mas nem de longe se parece com o equipamento, onde os usuários se sentiam à vontade para esperar o transporte que os levaria até o trabalho ou a escola. Nos últimos anos, o desleixo fez com o espaço ficasse deteriorado, vandalizado e com os televisores desativados. Para piorar, a insegurança atemoriza os usuários em todos os horários. Constantemente, uma viatura da Polícia Militar circula no local, mas os bandidos têm aproveitado o momento em que os policiais saem.

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A situação é tão alarmante, que no último dia 30 de junho, uma equipe de televisão local fazia matéria sobre arrastão que havia ocorrido no dia anterior, quando aconteceu um assalto. De acordo com a comerciária Kezia Sousa, se a questão da segurança fosse resolvida o local voltaria a ter a tranquilidade de antes. “Nós tínhamos medo de assalto quando estávamos fora do Integração e quando chegávamos aqui era calmo, sentíamos segurança, mas agora é o contrário”, disse.

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Para o estudante Caio Gomes, além da insegurança, a demora dos ônibus e a demora no atendimento referente aos cartões são outros problemas enfrentados pelo equipamento. “Os ônibus atrasam muito e na parte de atendimento aos estudantes formam-se filas enormes”, disse o jovem.

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Para a maioria dos usuários, a principal queixa que está na insegurança poderia ser resolvida com a presença constante da Guarda Municipal, o que inibiria a ação dos assaltantes e vândalos que além dos roubos à pessoa, levam objetos e  já picharam e depredaram várias partes do Terminal de Integração.

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A reportagem tentou entrar em contato com a administração do equipamento, mas nao obteve contato, até a postagem desta matéria.

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