Gerente do Procon de Sousa exonerada por perseguição política deixou quase R$ 800 mil em caixa

Em um ano e seis meses à frente do Procon na cidade de Sousa, a advogada Gerlania Araújo de Medeiros Calixto, deixou em caixa a quantia de R$ R$ 771.879,71. Um documento com a prestação de contas foi entregue pela ex-gestora ao prefeito Fábio Tyrone (PSB) nesta segunda-feira (1º).

Além desse valor, fruto de arrecadação em multas, Gerlania Medeiros apresentou outros dados de sua passagem pelo órgão de proteção ao consumidor. O relatório mostra em detalhes todo o trabalho de fiscalização, pesquisa, campanhas publicitárias e a previsão de fechar o ano com cerca de R$ 1 milhão.

De acordo com o documento, o Procon de Sousa realizou 1.058 atendimentos, 908 conciliações preliminares, 402 reclamações, 378 audiências, 283 conciliações em audiência. Ainda foram atendidas 26 denúncias, 50 autos de infração e 165 pareceres de 1° grau e 81 pareceres de 2° grau.

Gerlania informou ao prefeito que os recursos contabilizados no período em que esteve na gerência do órgão, serviriam para a construção de uma sede própria. “Salienta-se que os valores arrecadados serão inteiramente destinados para a construção, mobília da sede própria do PROCON e do seu auditório, com projeto já em licitação, projeto esse idealizado e viabilizado pela gestão mencionada”, completou.

A advogada atribui o fato à perseguição política, pois não estaria seguindo o apoio político de um dos candidatos defendidos pelo grupo do prefeito.

O Secretário de Comunicação informou que Fábio Tyrone tomou a decisão levando em conta as prerrogativas que dizem respeito ao prefeito.

Sem revelar motivos,  Eugênio Rodrigues disse que o gestor achou por bem, nesse momento, fazer a mudança. E acrescentou: “Sendo muito grato pelo dinamismo que foi implantado no Procon”.

Durante este mês de Setembro, o Procon fez várias postagens institucionais nas redes sociais esclarecendo sobre o voto consciente. Em uma das publicações, o eleitor é orientado a não seguir o que determinam os cabos eleitorais ou chefes políticos locais. “Na República Velha (1889-1930), como o voto era aberto (não sigiloso), os coronéis mandavam capangas para os locais de votação, com o objetivo de intimidar os eleitores e ganhar votos”, revela o texto.

Fonte: Blog do Levi

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