Protestos contra Bolsonaro começam na UFCG e vão até a visita dele a CG, em outubro

Faixas na UFCG – Foto: Blog Pleno Poder

As grades de proteção do campus 1 da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), no Agreste, estão lotadas de protestos contra o presidente Jair Bolsonaro (PSL). Alunos e professores estão começando a protestar contra o presidente até o dia em que ele visitará a cidade, 11 de outubro, para inaugurar o Complexo Aluísio Campos, e conhecer o campus da UFCG.

Os manifestantes não estão nada satisfeitos com a redução do orçamento da universidade, já implantado pelo presidente do Brasil desde o início do mandato. As faixas na frente da UFCG denunciam o corte de recursos. “Corta R$ 5,8 bilhões da educação e vem fazer o que na UFCG?”, questiona um dos letreiros, colocado pela Associação dos Professores da entidade (ADUFCG).

Na UFCG, a agenda do presidente será de visita ao Centro de Tecnologias de Dessalinização de Águas. O Ministro da Ciência e Tecnologia do Governo, Marcos Pontes, disse que será criado no segundo semestre um Centro de Tecnologia de Águas, que incluirá incubadora de empresas e escritórios de projetos e patentes.

Milhões congelados – Com o contingenciamento de recursos da Educação feito pelo Governo Federal, a UFCG já teve ‘congelados’ do orçamento R$ 27 milhões. O reitor da UFCG, professor Vicemário Simões, viajou para Brasília. O objetivo dele é tentar destravar recursos e obter informações sobre novos cortes. De acordo com a reitoria, caso o contingenciamento seja mantido a universidade só terá recursos para manter suas atividades em funcionamento até o próximo mês.

Paraíba Debate com João Paulo Medeiros/ Pleno Poder

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