CEF tem casos confirmados e um óbito de funcionário na PB, segundo sindicato

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O Sindicato dos Bancários de Campina Grande e região informou que os casos nas agências da empresa por todo país não param de crescer e em Campina Grande já são dois casos confirmados. Ontem (18), o bancário Josemar José de Lima, gerente de PJ da Caixa Econômica, em João Pessoa, foi mais uma vítima da doença.

Em Campina Grande o primeiro de Covid-19 é de um funcionário da Superintendência Regional que funciona no 3º andar do prédio da CEF da Rua Epitácio Pessoa, localizada no Centro. Segundo informações da própria superintendente, os funcionários da unidade haviam se submetido ao teste de forma voluntária, quando um dos funcionários testou positivo.

O bancário está assintomático e cumprindo a quarentena desde a semana passada, quando o atendimento no setor também foi suspenso e só retomado nesta terça-feira (19), após sanitização do local.

Ainda conforme a superintendente, os demais funcionários da unidade testaram negativo.

O outro caso que chegou ao conhecimento do Sindicato foi de um prestador de serviço da agência Borborema, localizada na Avenida Getúlio Vargas.

Segundo informações, o profissional, que faz parte do grupo de risco por ser hipertenso, já havia sido afastado desde a semana passada. Trabalhou pela última vez na segunda, dia 11 e ontem chegou a informação de que ele testou positivo para Covid-19. A unidade passou por sanitização na tarde desta terça-feira.

De acordo com a nota da entidade, o aumento de casos comprovam mais uma vez, o equívoco da Caixa em enfraquecer os protocolos de segurança neste momento.

O Sindicato repassou a informação de que no novo protocolo do banco, a quarentena foi excluída totalmente e a outra medida que previa quarentena de 14 dias para trabalhadores de agência com registro de casos também foi flexibilizada para apenas 7 dias.

Além disso, a Caixa está dando a opção ao empregado de se autodeclarar como fora do grupo de risco, possibilitando que um trabalhador com mais riscos durante a pandemia possa trabalhar presencialmente. “Essas decisões representam mais risco aos empregados e clientes do banco, além de contribuir para o aumento do pico da pandemia, especialmente agora com o pagamento do auxílio emergencial. O que a Caixa está fazendo com os seus funcionários é um total descaso e falta de respeito. O banco deve ser responsável pela saúde dos seus empregados e clientes”, disse Esdras Luciano, presidente do Sindicato, ressaltando ainda, que os representantes dos trabalhadores esperam que a Caixa reveja esses equívocos e atenda nosso pleito de ampliar a proteção aos trabalhadores e consequentemente para a sociedade.

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