Secretaria de Cultura de Pocinhos promove Mostra de Cinema Sebastião Vasconcelos, em homenagem ao ator filho da terra

A Secretaria de Cultura, Esporte e Turismo de Pocinhos anunciou, por meio das redes sociais, que realizará nos próximos dias 12, 13 e 14 de janeiro a Mostra de Cinema Sebastião Vasconcelos, em homenagem ao ator pocinhense, falecido no dia 15 de julho de 2013, que se destacou em produções da TV Globo e RecordTV.

A Mostra vai exibir, através da página do YouTube da Secult, filmes produzidos por pocinhenses selecionados através da Lei Aldir Blanc – que visa minimizar os impactos da pandemia no setor cultural. Os filmes também serão disponibilizados na página do Facebook da Secretaria.

O secretário de Cultura, Tiago Monteiro, afirmou: “Pocinhos é uma cidade que vive cultura, que reconhece e se orgulha dos seus filhos ilustres que se destacaram por todo país. Nosso trabalho na Secretaria de Cultura é exatamente o de preservar esses nomes, Sebastião Vasconcelos é prova disso. Justa e merecida homenagem”.

Confira a programação completa da Mostra:

Imagem: Divulgação

SAIBA MAIS SOBRE SEBASTIÃO VASCONCELOS

Nascido em 1927 na cidade de Pocinhos, Sebastião e começou a carreira no Recife, como ator de teatro. Nos anos 1950, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde prosseguiu trabalhando nos palcos. Na versão original de “Saramandaia”, exibida pela TV Globo em 1976, o ator interpretou o coronel Tenório Tavares.

Outros trabalhos de destaque foram “A Casa das Sete Mulheres” (2003), “O Clone” (2001) e a segunda versão de “Selva de Pedra” (1986), como o pai de Tony Ramos. Ele esteve também em “Bebê a Bordo” (1988-89), nas minisséries “Grande Sertão: Veredas” (1985) e “Riacho Doce” (1990), “Felicidade” (1991-92), “Anjo de Mim” (1996-97) e “Corpo Dourado” (1998). Atuou ainda nas novelas “Caminhos do Coração” (2007) e “Os Mutantes – Caminhos do Coração” (2008), exibidas pela Record.

No cinema, Sebastião Vasconcelos trabalhou em produções como “Índia, a filha do Sol”, de Fábio Barreto, e com destaque em “Inocência” (1983), adaptação do romance homônimo escrito por Visconde de Taunay. O papel de Martinho Pereira lhe rendeu o troféu Candango de melhor ator coadjuvante no Festival de Brasília.

No teatro, ganhou o prêmio Molière de melhor ator com a peça “Os emigrados”, de Slawomir Mrozek. Ele morreu aos 86 anos em razão de uma pneumonia.

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