Prefeito de Campina defende inclusão dos trabalhadores da Educação em grupos prioritários da vacinação

Após decretar luto de três dias pela morte de professora, o prefeito de Campina Grande se posicionou pela inclusão dos trabalhadores da Educação entre os grupos prioritários de vacinação. O prefeito já levou a proposta a colegas de todo o Brasil e quer sensibilizar o Ministério da Saúde para o atendimento do pleito.

O prefeito Bruno Cunha Lima assinou decreto, na noite do domingo (31), estabelecendo luto oficial de três dias, em de Campina Grande, pela morte da professora Christianne Fátima, gestora da Escola Municipal Manoel Motta, em Bodocongó. Christianne faleceu por conta de complicações resultantes da covid-19.

Para Bruno Cunha Lima, a morte de Christianne Fátima, professora concursada com mais de 30 anos de carreira no Município e gestora de uma escola bilíngue que sempre se destacou no IDEB -, além de ser um fato que gerou comoção em toda a gestão e especialmente na rede municipal de ensino, tem um forte valor simbólico.

“A morte de Christianne é um importante alerta para todos nós, que defendemos um olhar especial para o setor da Educação, nesta pandemia”, observou Bruno, revelando que, esta semana, pretende mobilizar a cidade para um grande movimento em favor do setor.

A ideia de Bruno, em homenagem à ex-gestora da Manoel Motta, é articular uma manifestação, na cidade, envolvendo todos os segmentos que formam a comunidade escolar do Município e outros setores, para tentar sensibilizar o Ministério da Saúde sobre a importância de incluir todos os trabalhadores da Educação nos grupos prioritários de vacinação.

O gestor campinense vem defendendo essa proposta desde reunião com outros prefeitos das capitais e das principais cidades brasileiras, realizada no último dia 14 de janeiro, numa videoconferência promovida pelo Ministério da Saúde.

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