Evangélicos promovem carreata pedindo a reabertura de Igrejas em Campina Grande: “Queremos nos reunir para adorar ao nosso Senhor Deus”

No final da tarde da última terça-feira (23), evangélicos de Campina Grande promoveram uma carreata contra as medidas mais duras contra a Covid-19 impostas por meio de decretos. O ato foi programado pelas redes sociais e tinha como nome “A Igreja é Essencial”, em resposta ao fechamento dos templos.

A concentração da carreata aconteceu na Praça do Trabalho, no bairro de São José. Em seguida, o grupo passou pelas principais vias da cidade para chamar atenção da população e das autoridades. A manifestação foi encerrada no Parque do Povo.

Foto: Diga Comunicação/AD Brás CG

“Em um ato pacífico, saímos às ruas da cidade de Campina Grande – em uma grande carreata – para pedir a volta dos Cultos presenciais.⁣⁣⁣⁣⁣⁣ Muitas outras Igrejas Evangélicas estiveram conosco nos apoiando e clamando a Deus pela cura da nossa cidade, Estado e País. ⁣⁣⁣⁣⁣⁣Fazemos parte de uma nação que busca liberdade de escolhas. Queremos trabalhar livremente! Queremos nos reunir para adorar ao nosso Senhor Deus, exercendo a nossa liberdade da melhor forma!”, diz o trecho de uma publicação feita na página da Assembleia de Deus Brás, Igreja organizadora da manifestação.

No início do mês, já com o aumento dos casos e óbitos pelo novo Coronavírus, a Prefeitura Municipal de Campina Grande havia determinado, em decreto, que as Igrejas deveriam funcionar com 30% da sua capacidade de público. O Governo da Paraíba também publicou decreto que ordenava a suspensão de Missas e Cultos presenciais, e que as Igrejas poderiam abrir apenas para transmitir as celebrações vias internet, e pode esta ordem ser mais restritiva, foi respaldada pela Justiça. Não há previsão de flexibilização desta determinação nos próximos dias.

Católicos e Evangélicos no dia 16 deste mês, na Praça da Bandeira, fizeram um momento de louvor e orações pelo fim da pandemia e protestaram também contra as medidas restritivas. Ambos entendem que as Igrejas prestaram serviços essenciais à população em meio ao caos social causada pela crise sanitária há um ano.

Redação Paraíba Debate

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