Bruno descarta eventos presenciais em Campina Grande durante o São João e pede ajuda da população para frear avanço da Covid-19

Sem arraial, forró, fogos e fogueiras e principalmente sem aglomerações. O prefeito de Campina Grande, Bruno Lima (PSD), descartou qualquer hipótese de realização eventos presenciais durante a edição 2021 do ’O Maior São João do Mundo. A exemplo ano passado, a principal festa junina da Rainha da Borborema, será online, com a realização de lives de artistas regionais.

Segundo ele, o momento não permite pensar em uma festa como antes, com 2,5 milhões de pessoas por causa da pandemia da Covid-19 que, só no município, vitimou 777 pessoas.

Como forma de manter a tradição, Bruno observou que mesmo não sendo possível promover eventos com público, como os shows no Parque do Povo, não pode deixar o São João passar despercebido, com risco até de a cidade perder a referência da festa, por isso, a ideia é ornamentar os ambientes para se viver experiências individuais.

“Nós estamos nos programando para agora no mês de junho termos decoração na cidade, evitando decorações específicas que estimulem aglomerações. Nós queremos ter a ornamentação na cidade muito mais para se viver o período junino”, disse.

Diante do agravamento da pandemina, Bruno alertou a população sobre a necessidade de contribuir para a prevenção contra o novo Coronavírus. Ele fez um apelo especialmente aos jovens para se cuidarem devido ao avanço do vírus nessa faixa etária.

“Não é segredo que o Coronavírus tem apresentado mutações que atingem pessoas mais jovens que no ano passado. Ou todos, sobretudo os mais jovens, se conscientizam e passam a cumprir as regras ou estarão colocando suas vidas e as nossas em risco, e ajudando a colapsar os sistemas de saúde de cada município”, afirmou.

Bruno Cunha Lima  não poupou críticas a parte da população campinense que não tem respeitado as regras sanitárias de prevenção à proliferação da Covid-19. Segundo o gestor, é inaceitável ver imagens que ele recebe todos os dias e que mostram total desrespeito ao mínimo das regras impostas em decretos no município.

“Não há como editar um decreto e ter 400 mil fiscais nas ruas. Nós precisamos da consciência de cada um. Sempre que podemos, nós flexibilizamos. Mas, não há como defender quem não cumpre as regras”, finalizou.

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