PT e PSB realizam primeira reunião para falar sobre eleições municipais de Campina

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O pré-candidato Adriano Galdino passou a tarde desta quarta-feira (25) reunido com as lideranças do PT de Campina Grande.  Neste primeiro encontro, vários pontos foram discutidos, mas a definição deverá acontecer até o final da primeira quinzena de junho. O partido trabalha com a possibilidade de candidatura própria, mas não descarta a composição de uma aliança, teses que serão discutidas amplamente dentro do PT.

De acordo com o presidente municipal do PT, Péron Japiassú, a reunião foi bastante proveitosa. “Nós temos um calendário dentro do PT a ser cumprido, recebemos o convite do PSB para essa primeira conversa, mas levaremos as questões para discussão dentro do diretório. Se posteriormente houver entendimento para coligação com outro partido na majoritária é que vamos tratar a questão com mais efetividade. Mas a conversa de hoje foi boa, pudemos trocar algumas ideias que poderão prosperar ou não”.

Perón falou sobre a possiblidade de candidatura própria, “Entre os diretorianos e delegados do partido há um sentimento muito grande de termos uma candidatura própria, mas não há nada fechado. Estamos analisando a melhor opção para o partido e a cidade e também fazendo muita matemática política, para que se Deus quiser o PT possa alcançar uma vaga na Câmara de Vereadores de Campina Grande”.

De acordo com o presidente municipal do PSB, Thompson Mariz, o PSB tem uma identidade muito grande com o PT e essa proximidade facilita o diálogo. Ele disse que tinha consciência de que neste primeiro encontro não haveria definições em função da dinâmica própria do PT de discutir internamente e esgotar todas as instâncias até tomar qualquer posicionamento. “O partido tem calendários de discussão interna. Até lá iremos esperar a opção do PT e torcer para que venha somar junto ao PSB”, disse.

Para Socorro Ramalho que é da diretoria municipal do PT, o diálogo foi aberto com o PSB  e a partir de agora a discussão será ampliada. Ela disse que o partido não fechou  a porta para nenhum partido, mas admitiu o peso do apoio de Ricardo Coutinho à defesa do mandato da presidente afastada, Dilma Rousseff. “Isso tem um peso considerável, mas o PT tem como prática discutir à exaustação com os companheiros, das questões programáticas e não abrimos mão do nosso projeto e de nossas perspectivas e metas”, disse.

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