ACORDO: Protesto dos caminhoneiros deve parar por 15 dias

Agência Brasil

Após um dia inteiro de negociações entre representantes dos caminhoneiros e ministros do governo federal, nesta sexta-feira (24), as partes costuram um acordo para pôr fim à greve da categoria, que durou quatro dias, prejudicou o abastecimento de carros, ônibus e até aviões comerciais; impediu a distribuição de alimentos e prejudicou o funcionamento regular de serviços essenciais, como hospitais e transporte público.

Segundo o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, a Petrobras, voluntariamente, vai garantir a manutenção do preço atual por 15 dias, e o governo arcará com o impacto da manutenção do preço por mais 15 dias, garantindo que ele continuará o mesmo por 30 dias no total. A estimativa do Planalto é de que o custo da medida fique em R$ 350 milhões.

Gasolina fica como está
A longa negociação, contudo, não teve impacto sobre o preço da gasolina e seus sucessivos reajuste. Nenhuma medida sobre o combustível que abastece a maior parte da frota particular no país foi anunciada.

“O preço do diesel na refinaria está fixo. É nossa referência. Estamos falando apenas do diesel. Então, a cada mês, faremos ajuste e teremos votação orçamentaria para fazer frente a essa questão orçamentaria”, disse Eliseu Padilha. “O governo interveem quando o assunto é o preço na bomba compatível a realidade do brasileiro. Até a refinaria, a Petrobras trata das políticas”, disse o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun.

Abecam mantém paralisação
Nove entidades aceitaram os termos da União. Apenas a Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abecam), que reúne cerca de 700 mil caminhoneiros, não concordou com a proposta e se retirou, durante a tarde, da negociação. Para os associados dessa entidade, a greve continua.

Metrópoles

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