Exclusivo: Acusados de matar empresários durante festa de casamento vão a juri popular

Os acusados de matar os padrinhos de um casamento no qual o noivo é um dos mandantes no ano de 2014, em Campina Grande vão a juri popular. A decisão foi tomada pelo juiz Falkandre de Queiroz. A data ainda não foi marcada e os advogados de defesa já entraram com uma ação para impedir que eles sejam julgados no Tribunal do Júri.

Os acusados são Nelsivan Marques, Franciclécio de Farias Rodrigues, Gilmar Barreto da Silva, Aleff Sampaio dos Santos e Samuel Alves de Souza, este último considerado executor do crime que já havia sido preso um mês antes, acusado de um roubo a residência no bairro Jardim Tavares, em Campina Grande.

Durante a festa, os acusados monitoraram o entra e sai dos convidados, segundo a polícia. Passaram pelo menos quatro vezes pela casa de eventos e escolheram uma rua, a única que não tem câmeras de vigilância na região, para se esconder e fugir. As vítimas, o casal Washington Luiz Alves de Menezes e Lúcia Santana Pereira saíram antes mesmo que o jantar fosse servido, por volta das 21h. E foram executados no local onde o carro estava estacionado, a poucos metros da entrada principal.

O pistoleiro deu três tiros em Lúcia. Um deles acertou um vigia noturno que estava na rua. Depois, deu a volta no carro, e atirou mais duas vezes contra Washington. O casal morreu na hora. O pistoleiro confessou o crime.

Nelsivan Marques era sócio das vítimas e foi preso em uma operação realizada pela Polícia Civil cerca de três meses após o crime. Para a Polícia, uma dívida de R$ 81 mil relativa à compra de um carro foi o motivo do duplo homicídio. Na denúncia feita pelo Ministério Público, o sócio é apontado como mandante do crime e um suspeito de agiotagem seria o intermediário que contratou o pistoleiro para matar as vítimas.

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