AIJE contra Romero gera discussão entre advogados do tucano e de Vené

A decisão da juíza Érica Tatiana Amaral Soares Freitas, da 71ª Zona Eleitoral de Campina Grande, de rejeitar todas as preliminares apresentadas pela defesa do prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSDB) e acatar  as três Ações de Investigação Judicial Eleitoral – AIJEs apresentadas pelos advogados da Coligação Campina Pensando Grande contra o tucano, gerou uma polêmica entre os advogados do tucano e do peemedebista.

O procurador da Prefeitura Municipal de Campina Grande (PMCG), José Mariz, reagiu com indiferença a ação movida contra Romero. Em entrevista a uma emissora de Rádio da cidade  ele disse que Romero estava tranquilo e negou que tenha havido contratação indevida de pessoal, promoção da imagem de Romero no site da Prefeitura e contratação da Mix Propaganda com fins eleitorais.

Para Mariz, o recebimento das Aijes não deve ser tratado como glória da oposição. O procurador chegou a ironizar as ações.

– Como se receber três Aijes fosse uma coisa de outro mundo… Se eu quiser entrar na Justiça pedindo parte da Lua e do mar, isso é possível. O difícil é eu provar minha afirmação – declarou o advogado.

Mariz rebateu as acusações dizendo que não houve contratação de pessoal que ferisse a lei municipal ou federal e falou que durante toda a gestão de Romero os investimentos em publicidade foram mínimos.

Com outra  visão do caso, o advogado da coligação “Campina Pensando Grande”,  Fábio Thoma disse que  confia que o prefeito reeleito, Romero Rodrigues, terá o mandato cassado.

É que a referida coligação apresentou três Ações de Investigação Judicial Eleitoral (Aijes) em desfavor do prefeito, que já foram acatadas pela Justiça.

Em entrevista a uma emissora de rádio local, Fábio Thoma explicou que as Aijes se tratam de contração de pessoal em período vedado; uso do site da Prefeitura para promoção pessoal de Romero e contratação da empresa Mix Propaganda com fins eleitoreiros.

– A Justiça vai prevalecer. O prefeito Romero tem uma chance muito grande de ser cassado nessas Aijes – disse o advogado.

Para o jurista, uma das ações mais graves é a contratação em período vedado, seguido do suposto uso do site da Prefeitura para promoção pessoal do candidato.

Ele, inclusive, embasou seu pensando numa decisão recente em que um prefeito foi cassado por esse mesmo motivo.

PB Agora

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