Apesar da crise financeira prefeituras de Sousa e Campina Grande aumentam gastos com comissionados

Prefeito de Campina Grande Romero Rodrigues.

Apesar da crise financeira alegada por muitos gestores paraibanos, os prefeitos André Gadelha de Sousa e Romero Rodrigues de Campina Grande vêm adotando nos últimos meses a estratégia de reforçar os quadros administrativos com indicações de apadrinhados políticos. Dados do Sistema de Acompanhamento da Gestão dos Recursos da Sociedade (Sagres), do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB) revelam que o discurso dos prefeitos não foi o bastante para impedir as prefeituras aumentassem a folha de pessoal sem concurso na gestão municipal.

Dados de julho deste ano do Sagres indicam que a prefeitura de Sousa tinha 237 comissionados e 491 servidores contratados por excepcional interesse público que consumiram dos cofres públicos a quantia de R$ R$ 1.191.600,00. Em agosto último mês disponibilizado pela prefeitura ao Sagres o número de comissionados e servidores contratados por excepcional interesse público subiu respectivamente para 236/520 num gasto mensal de R$ 1.260.340,00.

Em Campina a prática se repete os dados indicam que em julho a prefeitura detinha 339 comissionados num gasto mensal de R$1.208.803,39, mais 3076 servidores contratados por excepcional interesse público (prestadores de serviço) num gasto de R$3.016.552,69. Já em agosto último mês disponibilizado pela prefeitura ao Sagres o número de comissionados e servidores contratados por excepcional interesse público subiu respectivamente para 336/3159 num gasto mensal de R$ 4.369.393,47. O aumento no número de comissionados e nas despesas ocorre em um momento de aperto de contas para poder público.

com PB Agora 

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