Areial vive caos administrativo; prefeito eleito pede providências a justiça

Prefeito de Areial, Adelson Benjamin (PSDB).

Após o resultado da eleição municipal, que derrotou o atual prefeito de Areial, Cicero Pedro Meda de Almeida (PMDB), a cidade vive um cenário de descaso e abandono. As reclamações surgem das principais áreas administrativas; incluindo transporte escolar, saúde, abastecimento de água e ação social. A situação alarmante fez com que o prefeito eleito, Adelson Benjamim (PSDB), protocolasse, hoje (17), uma petição no Ministério Público (MP) pedindo providências com relação a ausência de transporte para estudantes e pacientes, bem como para averiguar o sucateamento da frota de veículos.

De acordo com o contador, Carlos Henrique, de 31 anos, o município encontra-se em estado de calamidade. Carlos informou que os ônibus escolares não estão circulando por falta de combustíveis e a população sofre com a ausência de atendimento médico e falta de medicamentos na farmácia básica.

Outro problema é com relação ao Programa Mínimo Social, criando na gestão do ex-prefeito Adelson Benjamin, que deveria beneficiar cerca de 500 famílias carentes com uma renda de R$ 85 reais. Essas famílias estão sem previsão de receber o benefício, desde o último dia 10 de outubro.

A população também está sofrendo com relação ao abastecimento de água irregular. Cerca de 10 caixas d’água foram doadas ao município de Areial pelo Governo do Estado, por meio da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) e da Secretaria de Infraestrutura, Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia e Recursos Hídricos (Seirhmact), no entanto, apenas cinco foram instaladas e não são abastecidas diariamente.

Nossa equipe conversou com a estudante Vivineide Martins, de 35 anos, que precisa do transporte escolar semanalmente para se deslocar para o município de Lagoa Seca, onde finaliza o curso de Agroecologia. A estudante informou que o transporte escolar não estaria realizando o percurso por falta de combustível. “Infelizmente hoje não fui, pois fui comunicada que não teríamos ônibus por falta de combustível”, denunciou.

A estudante ainda informou que vários usuários não têm condições financeiras de pagar transporte alternativo, visto que mensalmente o valor pode chegar a quase R$ 350 reais. Um abaixo assinado será feito com o objetivo de rever essa situação.

O prefeito não atendeu os nossos telefonemas.

Redação.

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