Campina precisa acabar com a “gangorra” das oligarquias, afirma Adriano

No primeiro debate das eleições 2016, transmitido na tarde desta segunda-feira pelo Sistema Correio, o candidato a prefeito pela coligação “Pra Mudar Campina”, Adriano Galdino (PSB), disse que a Rainha da Borborema só poderá crescer quando acabar a continuidade das oligarquias políticas que sempre dominaram a administração da cidade. No seu discurso, Adriano destacou a importância de retomar investimentos em políticas públicas que beneficiem a vida dos que mais precisam.

“Antes de candidato, sou filho do povo. Penso, ajo, planejo e tenho prioridades diferentes desses grupos políticos que só defendem seus interesses particulares. Vamos acabar com a gangorra política dos Cunha Lima e Do Rego que sempre comandaram Campina. As urgências do povo são diferentes, por isso precisamos de uma gestão mais justa para os campinenses. Chega de candidatos sem conteúdo, filhos da elite que não sabem o que é superação. Falam bonito porque estudaram em escolas bacanas, mas só têm casca, porque não entendem o que o povo precisa. Esta é a hora do filho do povo governar para o povo”, disse Adriano.

Entre as propostas apresentadas por Adriano, está a reestruturação da saúde de Campina Grande. “A saúde de Campina está um caos, está na UTI. Minhas visitas aos bairros têm mostrado que a saúde não chega nos que mais precisam. Na prefeitura, vamos investir no diálogo, mapear os problemas e solucioná-los. Abastecer as farmácias populares, dar celeridade aos exames e cirurgias eletivas, equilibrar as contas. Campina precisa avançar, chegar aos bairros e isso só será possível quando uma pessoa que entende de povo administrar nossa cidade”.

O candidato à prefeitura pela coligação “Pra Mudar Campina” defendeu também investimentos nos restaurantes e cozinhas populares, abandonados pelas últimas gestões da cidade. “Veneziano fechou os restaurantes populares. Romero não abriu. Isso acontece porque a gestão deles é direcionada a classe A, priorizam quem mais tem, os seus grupos políticos. Precisamos colocar na gestão quem valorize um prato de comida, quem entende que o trabalhador precisa comer para voltar no segundo turno do expediente. Eles deixaram pais de família com fome em Campina Grande, isso precisa ser revisto porque é um tratamento insano”, pontuou Adriano.

O debate teve uma hora de duração e foi promovido pela Correio FM, com transmissão da TV Maior, RCTV e Portal Correio.

Ascom

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