Conta de luz, tarifa de ônibus e cursos formais pressionaram a inflação

A inflação da segunda semana deste mês, medida pelo IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal) da FGV (Fundação Getulio Vargas), apresentou variação de 1,30% e ficou 0,31 ponto percentual (p.p.) acima da taxa registrada na última divulgação.

Nesta apuração, seis das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram acréscimo em suas taxas de variação. A maior contribuição partiu do grupo educação, leitura e recreação (1,27% para 3,06%). Nesta classe de despesa, cabe mencionar o comportamento do item cursos formais, cuja taxa passou de 1,75% para 5,02%.
Também registraram acréscimo em suas taxas de variação os grupos:

— Alimentação (1,92% para 2,19%);

— Habitação (0,45% para 0,68%);

— Transportes (0,85% para 1,14%);

— Comunicação (0,25% para 0,50%);

— Despesas Diversas (0,73% para 1,02%).

Nestas classes de despesa, vale destacar o comportamento dos itens: hortaliças e legumes (10,53% para 15,45%), tarifa de eletricidade residencial (0,59% para 1,30%), tarifa de ônibus urbano (1,30% para 2,86%), pacotes de telefonia fixa e internet (0,38% para 1,34%) e cartório (0,25% para 1,71%), respectivamente.

Em contrapartida, apenas o grupo vestuário (0,81% para 0,44%) apresentou decréscimo em sua taxa de variação. Nesta classe de despesa, a maior contribuição partiu do item roupas, que passou de 0,86% para 0,35%.

O grupo saúde e cuidados pessoais repetiu a taxa de variação registrada na última apuração, 0,62%. As principais influências em sentido ascendente e descendente partiram dos itens: medicamentos em geral (0,09% para 0,18%) e artigos de higiene e cuidado pessoal (0,67% para 0,33%), respectivamente.

R7

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