Depois de Júlio César, ex-tesoureiro da PMCG alega intimação da PF e não atende à convocação de CPI

Depois do ex-secretário de Finanças da PMCG, Júlio César Cabral que ganhou na Justiça e direito de permanecer em silêncio, agora foi a vez do ex-tesoureiro da Prefeitura Municipal de Campina Grande no Governo Veneziano, Rennan Trajano, não atendr à convocação feita pela comissão parlamentar de inquérito instalada na Câmara de Vereadores.

Em correspondência remetida ao presidente da CPI, vereador João Dantas, Rennan alega que já tinha sido convocado para prestar declarações a um órgão federal no mesmo horário agendado pela CPI. Ela se propôs a comparecer na segunda-feira da próxima semana, às 14h, no plenário do Poder Legislativo.

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Tesoureiro aprovou, na semana passada, o requerimento da CPI 040/2015 em que convoca o ex-tesoureiro da Prefeitura Municipal, Rennan Trajano Farias, para prestar depoimentos na CPI.

A investigação teve início, a partir de declaração do ex-tesoureiro publicadas na Folha de São Paulo contra o ex-prefeito Veneziano Vital do Rêgo.

Também foram recebidos, na sessão da CPI do Tesoureiro, o ofício 234/2015 do Tribunal de Contas da Paraíba em resposta ao ofício 06/2015 da CPI, e o termo de entrega do arquivo sonoro de uma emissora de radiojornalismo local, em que consta áudios de entrevistas concedidas pelo ex-tesoureiro da PMCG.

A Comissão  é composta pelo presidente João Dantas (PSD), o relator Alexandre do Sindicato (PROS) e o membro Rodrigo Ramos (PMN).

Redação

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