“Eu me sinto um resistente”, diz Veneziano sobre o PMDB

Em entrevista, nesta terça-feira (3), o deputado federal e ex-prefeito de Campina Grande, Veneziano Vital do Rêgo (PMDB) falou sobre os últimos acontecimentos envolvendo seu partido, principalmente a última confraternização, que gerou bastante polêmica por contar com a presença de autoridades de oposição como Cássio Cunha Lima (PSDB), Pedro Cunha Lima (PSDB) e outras autoridades do PSDB.

Veneziano disse que “não se sente um estranho no ninho”, mas se sente um “resistente” diante de várias mudanças, pelas quais o seu partido tem passado. Ele também alfinetou a falta de apoio do PSB, de Ricardo Coutinho, que não o apoiou no último pleito.

“O PMDB é minha casa. Não há inconveniência para mim. Eu não me sinto incomodado, me sinto um resistente nesses últimos episódios. Há uma postura, estou sendo coerente com o que o partido decidiu em 2014, quando, no segundo turno apoiamos a candidatura de Ricardo Coutinho à reeleição. O PMDB tomou a decisão, quem mudou de lá pra cá não fui eu. Continuo com a mesma impressão de que fazíamos uma composição para projeto futuro. Não estava alí empenhando meu esforço pedindo votos para Ricardo apenas para derrotar o PSDB. Não me alimento desse sentimento, havia perspectiva de projeto futuro”, declarou Veneziano sobre sua situação dentro do partido, onde muitos julgavam estar desconfortável.

O deputado ainda reafirmou que não foi convidado para a confraternização do PMDB e se coloca como um integrante que não irá permitir que o partido seja levado à outras posições.

“Quem tem mudado arritmicamente de posição não sou eu. Estou firme e serei resistência no PMDB. Se engana quem acha que vai levar o PMDB a outros lugares sem que outros atores (a base) seja ouvida”, completou.

Redação com Política Mais Cedo

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