“Eu não sou cachorro”, desabafa morador após ser discriminado no Hospital de Pocinhos

“Eu nasci nesse hospital, estou com 32 anos, sou filho natural de Pocinhos, trabalhei aqui dentro, dei meu esforço, e quando eu chego no Hospital, que não era pra mim e sim pro meu filho de quatro anos de idade, sou desrespeitado, dentro do hospital, pela enfermeira”, esse foi início do relato do popular de nome Wanderley, morador do bairro da Conpel, devido a uma situação de total desrespeito e mal atendimento no Hospital do município de Pocinhos, na manhã deste Domingo(19).

Além das inúmeras denúncias de funcionamento precário, com os riscos de um possível fechamento, os moradores ainda precisam lidar com a situação de terem um mau atendimento por parte dos funcionários da unidade. Segundo o relato do morador ele e sua esposa teriam se dirigido até o hospital para procurar um atendimento para o seu filho, de apenas quatro anos de idade, mas passou por uma situação de vexame e humilhação.

“Estou indo a Nova Brasília(bairro) na casa da minha mãe pegar uns documentos, para conseguir um carro para levar meu filho para Campina”, disse o morador aos prantos, explicando que o seu filho teve o atendimento negado por falta de médico. Wanderley ainda relata que um vigia, que estava trabalhando no hospital, se compadeceu da situação e lhe deu R$ 5 para ajudar nas despesas.

“Eu não mereço ser desrespeitado não, eu não sou cachorro não minha gente.Pelo amor de Deus vamos mudar isso, a nossa saúde. Uma criança?”, desabafa o morador no vídeo. Até o presente momento a direção do Hospital de Pocinhos não se pronunciou sobre o ocorrido. O portal Paraíba Debate deixa o espaço aberto para que a direção possa dar a sua versão.

 

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