GREVE: prefeitura de João Pessoa não acena para PCCR e médicos ameaçam cruzar os braços após o carnaval

Imagem: ilustrativa

Melhoria nas condições de trabalho, reajuste salarial e criação do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração da categoria. Esses são alguns dos pleitos que os médicos da rede municipal de saúde de João Pessoa estão reivindicando junto à gestão municipal para não paralisarem o atendimento na Capital.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Médicos da Paraíba, Tarcísio Dias, a categoria pode entrar em greve, logo após o carnaval, caso o prefeito Luciano Cartaxo não acene para um diálogo.

Os médicos vão realizar assembleia geral no próximo dia 15 de fevereiro para definir quais setores devem ser atingidos com o movimento. A expectativa é que primeiro sejam suspensos os atendimentos eletivos na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e nos Postos de Saúde Familiar (PSF).

“Faltam médicos e remédios nas UPAS e por falta de um Plano de Cargos e Carreiras e Remuneração, os médicos vinculados a Prefeitura se aposentam com pouco mais de dois salários mínimos”, lamentou o presidente do sindicato dos Médicos da Paraíba.

Campos lamenta ainda o cansaço dos profissionais em esperar por uma decisão do prefeito de João Pessoa. “Ele (Cartaxo) simplesmente não atende e o processo de negociações que estava em andamento parou há tempo”, desabafa.

O ano passado os médicos paralisaram as atividades por 48h como sinal de advertência pelos mesmos motivos. “Apesar das promessas nada foi resolvido”.

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