HC em prol de ex-gestores de Bayeux e do Conde serão julgados em maio

No dia 3 de maio, as atenções de Bayeux e Conde estarão voltadas para decisões judiciais sobre ex-gestores das duas cidades paraibanas. O habeas corpus do vice-prefeito de Bayeux, Luiz Antonio será julgado no dia 3 de maio em Brasília.  Recentemente outro pedido para que o vice-prefeito volte ao cargo foi negado. Ele foi considerado culpado de ‘proceder de modo incompatível com a dignidade e o decoro do cargo’ e cassado pela Câmara Municipal de Bayeux.

Ele havia ficado no cargo de prefeito interino de Bayeux por mais de oito meses, entre o afastamento do titular, Berg Lima, que foi gravado em vídeo de envolvimento em suposto esquema de propina e afastado da Prefeitura.

Luiz Antônio foi julgado por quebra de decoro, por supostamente ter cobrado propina a um empresário para divulgar um escândalo contra o prefeito afastado Berg Lima, em uma conversa gravada.  O prefeito interino também era investigado pelo Ministério Público estadual, após a divulgação de um vídeo em que Luiz Antônio pedia dinheiro para pagar pela divulgação do vídeo que envolvia o antecessor.

A defesa de Luiz Antônio alegou que a gravação se tratava de um vídeo de mais de uma hora que foi editado a mando do empresário para passar uma impressão diferente do que realmente aconteceu e que ele não poderia ser julgado pelo decreto-lei 201/1967, já que não era prefeito no dia da gravação do vídeo.

Conde

No mesmo dia 3 de maio, também acontecerá audiência de instrução e julgamento da ex-prefeita do Conde, Tatiana Correa Lundgren que pede a saída do presídio. Os advogados dela pediram a revogação da prisão alegando as péssimas condições do presídio feminino Maria Júlia Maranhão, o popular Bom Pastor, na capital paraibana.

Em março, a ex-prefeita de Conde, Tatiana Lundgren teve mais um habeas corpus negado pela Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba. No mesmo mês o TJPB já havia negado um pedido de liberdade feito pela defesa da ex-gestora que permanece presa desde o dia 6 de março sob acusações de lavagem de dinheiro e dano ao erário do Conde.

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