Maioria paraibana vota pelo impeachment de Dilma Rousseff

Durante transcurso da votação de impeachment, o primeiro paraibano a votar foi ironicamente, o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP). Ele disse que não era dia de homenagem e nem de celebração, mas de lamento. O ex-ministro do governo Dilma Rousseff creditou seu voto à liderança da maioria do PP e seguir o partido para votar pró-impeachment.

Na sequencia foram Benjamim Maranhão (SD) que citou crimes de responsabilidade fiscal e o deputado Damião Feliciano (PDT),  que começou o discurso pedindo que Deus iluminasse os caminhos da Paraíba e do Brasil  e invocou o Estado democrático de direito e a decisão do partido para votar “não”.

Efraim Morais Filho (DEM) e Hugo Motta (PMDB) votaram pela saída da presidente com um sonoro sim. Em seu pronunciamento, o deputado Luiz Couto (PT) disse que o Brasil vai reagir contra o golpe e os ‘traíras’ e que Eduardo Cunha não devia estar ali e em nome da democracia votava não.

Em seguida sucederam os votos favoráveis ao PT, dos deputados paraibanos Manoel Junior (PMDB), que justificou o clamor das ruas e a honra dos seus eleitores; Pedro Cunha Lima (PSDB) que optou pelo “sim” em forma de verso, Rômulo Gouveia (PSD) que lembrou do ex-vereador campinense Félix Araújo, morto por combater a corrupção, e por fim, Veneziano Vital do Rego, cuja justificativa foi a análise equilibrada do processo jurídico.

O deputado federal Wellington Roberto (PR) guardou segredo até a hora do voto e surpreendeu ao mostrar-se contrário ao impeachment. Finalizando a votação da bancada paraibana Wilson Filho disse ter decidido apostar na renovação da esperança do brasileiro e votou sim.

No total, dos 12 deputados, nove votaram em favor da saída da presidente Dilma e três foram contrários: o deputado Damião Feliciano (PDT), Luiz Couto (PT) e Wellington Roberto (PR).

Paraibadebate

 

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