“Meu menino tem 6 anos, ele viu tudo”, diz marido de mulher atropelada por caminhão em CG

“Meu menino tem 6 anos. Ele olhou e disse ‘olha, meu pai, o caminhão passando por cima da minha mãe, meu pai’. Meu menino viu tudo”, declarou Patrício Pereira, marido da operadora de caixa Maria do Socorro da Cruz Santos, de 44 anos, que morreu atropelada por um caminhão na manhã desta terça-feira (20), em Campina Grande. Ela seguia sozinha de moto, em direção ao trabalho, enquanto o marido e o filho estavam em outra motocicleta.

Para o marido de Maria do Socorro, a culpa foi do motorista do caminhão. Porém, o frentista do posto de combustíveis que fica em frente ao local do acidente afirmou que o caminhão não seguia em alta velocidade e que a vítima teria derrapado na areia.

O motorista do caminhão, José Valério Silva, afirmou que só percebeu o que tinha acontecido diante do desespero de Patrício e quando viu o corpo pelo retrovisor. “Eu fiquei pra não viver. E estou ainda. Estou amargurado demais. Nunca aconteceu na minha vida”, lamentou o motorista.

O acidente aconteceu na Rua Francisco Lopes de Almeida, no bairro das Malvinas, que apresenta problemas de acúmulo de areia e falta de sinalização. No entanto, apenas a perícia vai poder apurar o que realmente causou o acidente.

O engenheiro da Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos (STTP), Avelino Freire, afirmou que o pavimento está muito desgastado no local, o que dificulta a instalação de sinalizações, como faixas de eixo e de pedestres, no trecho. Para isso, é necessário fazer uma ação conjunta, da STTP com a Secretaria de Obras e a Secretaria de Serviços Urbanos e Meio Ambiente (Sesuma) para fazer a recuperação da via.

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