Orçamento Democrático vai garantir participação popular na gestão de Adriano em Campina

O candidato a prefeito pela coligação “Pra Mudar Campina”, Adriano Galdino (PSB), disse que a primeira medida, quando eleito, será implantar o Orçamento Democrático em Campina Grande, para dar voz ao povo que hoje nem é ouvido nem tem suas prioridades respeitadas pela gestão municipal.  A informação foi divulgada nesta sexta-feira (23), durante entrevista ao Jornal Integração na Rádio Campina FM.

“O debate, por meio do Orçamento Democrático, será realizado na nossa gestão nos bairros e nas comunidades da zona rural de Campina Grande para que as pessoas tenham a oportunidade de expressar o que pensam, o que querem e como querem a administração do município em seu benefício. Como esse diálogo aberto e franco nós vamos encontrar soluções para os problemas de cada bairro e de cada comunidade esquecido pelo atual gestor, principalmente em relação às ações da saúde”, ressaltou Adriano.

O candidato garantiu que sua gestão terá o povo como figura central e irá desenvolver ações que promovam o desenvolvimento econômico dos que mais precisam, a exemplo do ‘Empreender Campina’, que será um programa de linha de crédito para geração de renda. “É um programa que vai dar chance para o microempreendedor expandir seus negócios, porque muitos deles têm buscado crédito nas agências bancárias para abrir um pequeno negócio e não conseguem. Na minha gestão e com esse programa o microempreendedor terá oportunidade para melhorar seus negócios”, revelou.

Outra importante ação que pretende implementar em Campina Grande, disse Adriano, é o Passe Livre para os estudantes do município. “Precisamos investir em uma educação de qualidade para que nossos jovens cheguem à universidade e ao mercado de trabalho. Por isso, vamos incentivar e oferecer um transporte gratuito e de qualidade para os nossos alunos”, garantiu.

O candidato disse ainda que é preciso encontrar o equilíbrio fiscal e financeiro da Prefeitura Municipal, sobretudo na Secretaria de Saúde, porque hoje o funcionário público não tem agenda de pagamento e o fornecedor também não tem a garantia se vai receber o seu dinheiro ao final do mês. “É preciso equacionar conta receita e conta despesa para que a gente possa planejar os investimentos e oferecer uma melhor prestação de serviços aos campinenses”, frisou Adriano.

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