Para ex-governador, Cássio corre o risco de não se reeleger em 2018

Imagem: Roberto Paulino / divulgação

Ontem (27), o ex-governador da Paraíba, uma das principais lideranças do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) no Estado, Roberto Paulino, falou sobre sua trajetória política na cidade de Guarabira até chegar ao Governo do Estado, durante entrevista ao programa “Frente a Frente” conduzido por Heron Cid, na TV Arapuan.

Paulino comentou sobre o racha político que existe em sua terra natal, Guarabira, entre o grupo político do PMDB encabeçado na cidade por sua família e o grupo formado pela família Toscano, filiados ao PSDB. Roberto  apontou que este racha é um fato recente para a história política da cidade e que anteriormente ambos figuraram no mesmo espectro político.

Questionado o que teria levado ao racha entre os dois nomes do grupo que levou ao atual momento político de Guarabira, Paulino aponta como o principal motivo a histórica convenção do PMDB em 1998 onde o antigo aliado se uniu ao grupo dos Cunha Lima que há época pertenciam ao partido.

Em seguida o ex-governador seguiu falando sobre o rompimento dentro do PMDB causado por Ronaldo Cunha Lima quando esse saiu do partido e levou consigo um grande número de membros para o PSDB. Paulino afirmou acreditar que a decisão de Ronaldo de sair do partido foi um erro, pois apenas apressou o momento político da ascensão do atual senador Cássio Cunha Lima (PSDB) ao Governo do Estado, mas que não foi vantajoso para ninguém principalmente para o senador que segundo as palavras do ex-governador corre o risco de não se reeleger para uma das cadeiras do Senado Federal no pleito do próximo ano.

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