Paraíba confirma primeira morte pela Síndrome Inflamatória Pediátrica, diz SES

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Foto: Reprodução

Na última sexta-feira (11), foram atualizados, na Paraíba, os dados de casos da Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica (SIM-P), doença que acomete crianças e adolescentes – potencial e temporalmente associada à Covid-19. O Estado contabiliza, até agora, 13 notificações, sendo sete confirmadas e, entre estas, um óbito (criança residente em Cruz do Espírito Santo). Três casos suspeitos foram descartados e outros três seguem em investigação, sendo um óbito.

Os dados foram avaliados por uma equipe da Secretaria de Estado da Saúde (SES-PB), formada por médicos, enfermeiros e residentes dos hospitais onde ocorreram as notificações dos casos suspeitos da SIM-P e da Rede Cuidar. “A vigilância para estes casos, a nível nacional, foi disparada há pouco mais de um mês, então, é tudo muito recente. Levando isso em consideração, a Paraíba está bem avançada no que diz respeito às notificações. Quanto mais as equipes de saúde notificarem casos suspeitos, mais temos como desenhar um panorama de forma mais fidedigna e, consequentemente, implementar ações efetivas e necessárias”, informou a chefe do Núcleo de Doenças Transmissíveis Agudas da SES-PB, Fernanda Vieira.

Em agosto deste ano, a SES-PB divulgou uma Nota Técnica alertando profissionais de saúde e secretarias municipais de saúde sobre a ocorrência e notificação imediata obrigatória da SIM-P. A notificação imediata e obrigatória é essencial para que se possa caracterizar o perfil da doença no país “em pessoa, tempo e lugar”, afirma o documento. O registro deve ser feita, em 24 horas, por meio de formulário de notificação do SUS disponível em http://is.gd/simpcovid e enviadas as demais informações necessárias no e-mail [email protected] Já a amostra laboratorial deve ser encaminhada ao Lacen-PB.

SIM-P: Entre os sintomas mais comuns dessa síndrome estão febre elevada e persistente, acompanhada de pressão baixa, conjuntivite, manchas no corpo, diarréia, dor abdominal, náuseas, vômitos e comprometimento respiratório, associado a marcadores de inflamação elevados e evidência de Covid-19. “É importante que as equipes de serviços pediátricos estejam atentas às buscas caso a caso e observando possíveis quadros que atendam à definição de caso da síndrome, objetivando ofertar a assistência necessária para o paciente e com posterior confirmação”, alertou Fernanda.

Redação Paraíba Debate com Informações Click PB

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