Pré-candidata a Prefeitura de Pocinhos se emociona com relato de morador da Vila dos Pobres durante live sobre ação social

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A assistência social foi o tema do Bate-Papo com Eliane Galdino desta quinta-feira (13), que contou com a participação da psicóloga Marcela Barros e a assistente social Nilda Gonçalves. Toda a transmissão foi marcada por boas recordações das ações desenvolvidas nas administrações de Adriano Galdino e que na atual gestão se transformaram em tristes constatações, além de muita emoção.

A área da ação social, assim como a da educação e saúde são prioridade para a pré-candidata Eliane Galdino que junto com a equipe e se destacou não só com a implementação de todos os projetos federais, e principalmente nos municipais que foram criados pela gestão. Atualmente, muitos recursos acabam voltando para os cofres federais por falta da realização de projetos pelos atuais gestores do município, um cenário que contrataste de forma gritante da época em que Eliane comandava a área. “É lamentável saber que recebe-se tantos recursos para investir em todas as áreas, mas não são aplicados porque em muitos casos nem sequer fazem os projetos e isso diante de tantas famílias carentes precisando de suporte”, disse Eliane

Entre algumas das ações executadas foram citados pelas convidadas e pela população, a distribuição do sopão que atendia diariamente a cerca de 3 mil famílias, leite, enxoval para as gestantes, programas de moradia, aluguel social, cursos profissionalizantes, casa de apoio em Campina Grande, grandes festividades nas escolas públicas, auxílio universitáro, ceia natalina, entre várias outras que eram desenvolvidas na época e foram abandonadas. “A ceia natalina teve início na frente de casa e depois foi para os bairros, até ficar tão grande que passamos a realizar no Galdinão, tudo era realizado como muito carinho e além do jantar, distribuíamos uma cesta com as famílias”, lembrou Eliane.

Mas em meio às boas recordações, profissionais da área da assistência social e pocinhenses de diferentes partes do município, relataram o estado de abandono em que a cidade se encontra, com ausência do poder público em ações básicas que deixam de ser executadas.

A psicóloga Marcela Barros disse que nesse no cenário de pandemia que deixou as famílias que vivem em situação de vulnerabilidade social ainda mais fragilizadas, sequer uma adequada distribuição de cestas básicas foi realizada. “Vemos ONGs e igrejas tomando iniciativas que são o mínimo que a gestão poderia fazer e é importante frisar que neste período de pandemia vieram muitos recursos para os municípios, na época em que Eliane estava à frente, o recurso era menos, mas o trabalho era bem mais abrangente e alcançava muita gente”, disse.

Uma das famílias testemunhas desta ausência da atual gestão é a do morador da Vila dos Pobres, Cícero Marcolino, que falou sobre a má qualidade e irregularidade da sopa que é servida. “Aqui a gente não recebeu nem a cesta básica”.

Ao ouvir o relato de Seu Cícero, Eliane emocionou-se com o descaso aos moradores da vila e disse que na gestão dela, os catadores de reciclados e todos os moradores terão de volta à associação que dava suporte a eles e dignidade. “Me emociono com um relato como este porque a assistência social é o coração de uma gestão pública e precisa ser tratada como compromisso”, disse Eliane Galdino com a voz embargada.

De acordo com a assistente social Nilda Gonçalves, com Eliane, Pocinhos voltará a ter todos os programas dos quais a população sente saudades, principalmente os mais carentes. “Eliane tinha a preocupação de não deixar faltar nada nas áreas que atendíamos, fosse com o sopão, crianças, gestantes, Pocinhos sente falta da mão estendida”, disse.

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