Projeto de reajuste fora da data-base é aprovado na Câmara. Professores vão recorrer à justiça

Em dia de polêmica e queda de braço entre oposição e situação, a Câmara de Vereadores de Campina Grande aprovou, nesta terça-feira (17), o projeto de lei complementar do executivo para reajustar os vencimentos do magistério em 11,36% a partir do mês de maio. Com data-base em janeiro, os professores foram às galerias do legislativo campinenses protestar contra a matéria.

O vereador de oposição Napoleão Maracajá (PC do B) apresentou uma emenda para o projeto fosse aprovado alterando a aplicação do reajuste. “A data-base da categoria é lei, não se pode infringi-la, o que proponho é que o reajuste tenha efeito retroativo ao mês de janeiro deste ano”, disse, explicou Maracajá.

A emenda foi colocada em votação e rejeitada pela maioria da Casa, com unanimidade entre os líderes da bancada de situação. Apenas os vereadores de oposição ao governo Romero Rodrigues foram favoráveis a emenda.

Após sua derrubada sob vaias das galerias formada pelos professores, o projeto do executivo foi colocado em votação e aprovado, após novas intervenções dos legisladores oposicionistas que lembraram a inconstitucionalidade da matéria.

Diante da aprovação, o vereador Napoleão Maracajá disse que a categoria deverá judicializar a questão e que seu gabinete também entrará com recurso jurídico.

Por Fernanda Souza

 

 

Compartilhar

Enquete

Você concorda com a volta às aulas presenciais este ano?

Cotações

  • Dólar Turismo
  • Libra
  • Peso Arg.
  • Bitcoin

Denuncie pelo WhatsApp