Ricardo sobre aliança entre PSB, PSD e MDB: “Não vou falar pelos outros”

Um novo cenário surge na corrida eleitoral ao Palácio da Redenção deste ano: PSB, PSD e MDB juntos para isolar o PSDB. Uma aliança entre PSB e PSD, e contando com apoio no segundo turno do MDB, poderia complicar as chances dos tucanos na eleição. O governador Ricardo Coutinho (PSB) tratou sobre esta conjectura na manhã desta segunda-feira (12), durante inspeção nas obras de duplicação do acesso ao Aeroporto Castro Pinto, em Bayeux, Região Metropolitana de João Pessoa.

“Tem que perguntar a eles, não vou falar pelos outros. Quem sou eu? Acho que as coisas estão aí, vamos ver no que dá. Se eu soubesse, não poderia dizer a vocês agora, evidentemente”, despistou Ricardo. O governador salientou que tem disposição de debater esse projeto com qualquer pessoa que tenha interesse, mas disse não haver nenhum encontro marcado com Luciano Cartaxo (PSD) nos próximos dias. “Não tive nenhum contato e não posso afirmar algo que não tem concretude. Falo muito pouco do que não existe”, disse. “Acho que tudo é possível desde que se acredite no mesmo projeto e no mesmo caminho. Não quero impor o projeto que eu represento para ninguém. Quero que as pessoas melhorem esse projeto”.

Ricardo ainda afirmou que fez elogios ao senador José Maranhão e ao senador Raimundo Lira, ambos do MDB, e avaliou que as informações noticiadas sobre críticas dele aos parlamentares foi “fofoca de baixo nível de gente que tem pouca ética”. O governador reafirmou interesse em fazer as mudanças na equipe até o próximo dia 31 e que há mais de dez alterações a serem feitas. “Eu vou fazer as mudanças sem nenhum problema. Tem mais de dez e talvez eu mude mais. Eu vou pensar nisso em três dias e, por isso, não preciso de muitas semanas. O governo vai continuar com a mesma agilidade”, garantiu.

O socialista também avaliou que a situação do estado está melhor porque seu governo enfrentou a crise por não acreditar que o povo não deve pagar a conta. “Investimentos significam recursos que circulam pelo Estado, empregos e distribuição de riquezas”, defendeu. “A Paraíba é uma terra marcada pelo predomínio das oligarquias, historicamente falando. E isso fez com que o poder fosse pouco democratizado. A ascensão do projeto que eu represento serviu para quebrar isso. A Paraíba e mais democrática”, declarou.

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