Saída de Levy não altera política monetária, diz presidente do Banco Central

O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, afirmou nesta sexta-feira, por meio de sua assessoria de imprensa, que a escolha de Nelson Barbosa para ministro da Fazenda foi uma “solução natural”. O Palácio do Planalto confirmou que Barbosa substituirá Joaquim Levy, que deixa o cargo. Tombini garantiu que essa troca de ministros não terá qualquer mudança para a política monetária do BC em curso.

Em discursos mais duros de combate à inflação nos últimos dias, o presidente do BC sinalizou que o Comitê de Política Monetária (Copom) poderá elevar a taxa básica de juros, atualmente em 14,25% ao ano. No Relatório de Mercado Focus da última segunda-feira, a expectativa era de que a taxa básica subisse para 14,75% em março, mas a tendência é de que haja uma antecipação dessa previsão para o encontro marcado para o dia 20 de janeiro na pesquisa que será apresentada na semana que vem.

Tombini disse ainda, por meio de sua assessoria, que tem convivido e trabalhado com Barbosa nos últimos anos não apenas sobre questões que envolvam o BC e o Ministério do Planejamento, mas também no Conselho Monetário Nacional (CMN), que é composto também pelo Ministério da Fazenda.

Redação

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