Secretaria de Saúde da Paraíba define grupos prioritários para receber vacina de Oxford/AstraZeneca

Foto: Secom/PB

A Secretaria de Saúde da Paraíba divulgou nota técnica especificando os grupos prioritários para receber as doses da vacina de Oxford, que chegou segunda-feira (25) ao Estado. O documento determina a continuidade da vacinação dos trabalhadores de Saúde e estima que a quantidade de vacinas seja suficiente para 27% dos trabalhadores do setor em toda Paraíba.

Como a quantidade de doses não é suficiente para todos, a nota define os grupos prioritários dentro deste segmento. A primeira recomendação é concluir a vacinação dos profissionais de Saúde dos serviços hospitalares de referência Covid-19 que estão no Plano de Contingência Estadual e/ou Municipal, trabalhadores do Serviço Móvel de Urgência (Samu) e Unidades de Pronto Atendimento (UPA), caso ainda não tenha finalizado esse processo com as doses da primeira entrega.

O documento destaca que a vacina, neste momento, é para aqueles envolvidos na assistência ao paciente: médicos, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, odontólogos, terapeutas ocupacionais, biomédicos, farmacêuticos, fonoaudiólogos, psicólogos, assistentes  sociais, e seus respectivos  técnicos  e  auxiliares, bem como os trabalhadores de apoio do  setor Covid-19 (ex: limpeza, recepção, maqueiro, equipe de ambulâncias, segurança).

Seguem pela ordem: profissionais de Saúde dos demais hospitais públicos, privados e filantrópicos (priorizando os trabalhadores das áreas de UTI, emergência, unidades de internação de pacientes com Covid-19 e aqueles que realizam a coleta de RT-PCR); profissionais de Saúde que realizam coleta e processamento das amostras dos laboratórios que ofertam o exame RT-PCR para Covid-19, bem como trabalhadores da área de transporte e recebimento das amostras.

Para os municípios que não possuem os serviços anteriormente citados, devem ser priorizados os profissionais de Saúde que atendem pacientes com Covid-19. Destaque para os Centros de Atendimento Covid-19, as Unidades Básicas de Saúde e demais serviços de referência para assistência e coleta de RT-PCR.

Os próximos na lista de prioridades são os funcionários do sistema funerário; os profissionais do Serviço de Verificação de Óbito; os  profissionais do Instituto de Polícia Científica que tenham contato com cadáveres potencialmente contaminados, bem como os profissionais da vigilância à Saúde do Município e Estado; os profissionais da Saúde dos Serviços de Atenção Domiciliar; as demais Unidades Básicas de Saúde do município, contemplando todos os trabalhadores da unidade e os Agentes de Saúde Comunitária e os Agentes de Endemias.

A lista segue com os trabalhadores da Secretaria Municipal e Estadual de Saúde, a exemplo de recepcionistas, coordenadores, setor de regulação, sistemas de informação, planejamento, etc; profissionais que atuam em cuidados domiciliares (ex: cuidadores de idosos, doulas, parteiras); profissionais da Saúde dos serviços especializados, ambulatórios, clínicas, Hemorrede Estadual e laboratórios da rede pública ou privada; acadêmicos em Saúde e estudantes da  área técnica da saúde em estágio hospitalar, atenção básica, clínicas e laboratórios.

Confira a nota:

Imagem: Reprodução
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