Senado antecipa comissão do impeachment e paraibano é cotado para presidência de bloco

O Senado recebeu nesta terça-feira (19) as primeiras indicações nos nomes para a comissão de 21 senadores que vai analisar o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff. A comissão deve começar o trabalho na próxima segunda-feira (25). às 16h, segundo o presidente do Senado, Renan Calheiros, disse na sessão desta tarde. Renan cedeu à pressão da oposição para adiantar a criação do colegiado.

As indicações serão feitas por blocos partidários, que são os grupos formados por alianças entre os partidos no Senado. O PMDB ainda não indicou os nomes, mas já estão sendo contados para presidir a comissão do bloco que deve fomar com o PSDB, os senadores Raimundo Lira ou a capixaba Rose de Freitas.

Veja o número de vagas de cada bloco e os partidos que já indicaram integrantes:

PMDB – 5 vagas – ainda não indicou oficialmente os nomes.

PSDB, DEM e PV – 4 vagas: Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), Antonio Anastasia (PSDB-MG), Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) e Ronaldo Caiado (DEM-GO)

PT e PDT – 4 vagas — ainda não indicou oficialmente. No entanto, o senador Lindbergh Farias (PT-RJ ) disse que ele, José Pimentel (PT-CE) e Gleisi Hoffmann (PT-PR) serão os indicados
PSB, PPS, PCdoB e Rede – 3 vagas: Romário (PSB-RJ) e Fernando Bezerra (PSB-PE) e Vanessa Grazziotin (PCdoB)

PP, PSD – 3 vagas – ainda não indicou oficialmente.

PR, PTB, PSC, PRB, PTC – 2 vagas – Wellington Fagundes (PR-MT) e Zezé Perrela (PTB-MG).

Além dos 21 titulares, a comissão conta também com 21 suplentes. Os nomes acima são dos membros titulares indicados.
Na sessão desta terça-feira o Senado faz a leitura da denúncia do impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Em seguida, o presidente do Senado, Renan Calheiros, solicitou que as lideranças enviem em até 48 horas a indicação dos 21 nomes que irão integrar a comissão especial.

A sessão de hoje foi aberta com questionamentos de senadores sobre os prazos da comissão. “Se for necessário e para dirimir as dúvidas, vou pedir a antecipação da transferência da presidência do Senado para o presidente do Supremo Tribunal Federal [Ricardo Lewandowski]”, respondeu Renan.Uol Notícias com Jornal da Globo

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