Sérgio Moro já atuou em investigação contra Cássio Cunha Lima

Na mira dos holofotes, por causa do comando da Operação Lava-Jato e da oposição do governo Dilma Rousseff, o juiz federal Sérgio Moro e o senador Cássio Cunha Lima (PSDB), respectivamente, não são conhecidos de última hora.  Há mais de três anos, a ministra do Superior Tribunal Federal (TSF), Rosa Weber atribuiu poderes a Moro “para doravante praticar os atos ali previstos e ordinatórios quanto ao trâmite deste inquérito”, em referência a uma investigação que tem como alvo o senador Cássio Cunha Lima e que está parada.

A ministra é relatora da investigação em que o tucano é acusado de distribuição de dinheiro para compra de votos, no famoso caso do Edifício Concorde, também conhecido na Paraíba, como Escândalo do Dinheiro Voador. Apesar do despacho e de outras movimentações, a investigação que tramita em segredo de Justiça no STF, mas desde o ano passado está parada.

O Caso Concorde refere-se a episódio ocorrido em 2006, quando o senador Cássio Cunha Lima disputava a reeleição para o governado do Estado. Na ocasião uma mala de dinheiro foi jogada de uma sala do Edifício Concorde, localizado na Avenida Epitácio Pessoa, na capital paraibana. A denúncia diz que o montante arremessado seria utilizado para comprar votos em favor do tucano e ganhou visibilidade nacional.

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