Temer defende pré-candidatura de Manoel Jr. e destaca prestígio de Hugo Motta na cúpula nacional

Michel Temer, presidente da República pelo MDB

O vice-presidente da República, Michel Temer, que pleiteia a recondução à presidência nacional do PMDB e visita a Paraíba nesta sexta-feira (29), defendeu a pré-candidatura do deputado federal Manoel Júnior (PMDB) a prefeito de João Pessoa nas eleições deste ano.

“Um dos objetivos centrais é incentivar a candidatura dele (Manoel Júnior) e de todos aqueles peemedebistas que possam disputar prefeituras aqui na Paraíba e em todo o Brasil. As candidaturas levarão em conta o conteúdo programático do partido”, disse.

O peemedebista afirmou também que a legenda resolveu não interferir na disputa pela liderança do PMDB na Câmara Federal, mas elogiou a atuação do deputado federal paraibano Hugo Motta (PMDB), que disputa o cargo com Leonardo Picciani (PMDB – RJ).

“Decidimos que não vamos interferir na eleição da bancada. Embora não estejamos participando, Hugo Motta tem uma competência extraordinária, provou isso quando assumiu uma tarefa dificílima de presidir a CPI da Petrobras e conduziu os trabalhos com moderação, ele merece todo o prestígio da área nacional do partido”, declarou.

Temer avaliou que os debates sobre o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) perdeu forças nos últimos dias.

“Eu acho que perdeu muita força, hoje esse tema perdeu muito a consistência”, opinou.

Ele garantiu que o PMDB manterá o apoio ao governo federal para ajudar o país a sair da crise, mas confirmou que a legenda terá candidato a presidente nas eleições de 2018.

“Nós somos parceiros para debelar a crise, estamos pleiteando a pacificação nacional, vamos ajudar o governo, mas isso não impede que tenhamos candidatura própria em 2018”, falou.

O vice-presidente disse que a situação do presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha (PMDB), que enfrenta um pedido de cassação no Conselho de Ética, será definida pela Câmara Federal.

Ele ainda se mostrou contrário à elevação de tributos no país ao comentar a defesa da presidente Dilma pelo retorno da CPMF.

“A princípio, defendemos que seja evitada. Se não for possível, que seja criada em caráter transitório, vamos ver com que humor o Congresso retorna aos trabalhos, vamos estabelecer os limites para que o Congresso compreenda a necessidade do tributo em caráter transitório”, finalizou.

Redação

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