Veneziano diz “observar esse pula pra lá, pula pra cá” e afirma ter prazo pra decisão de ficar no MDB ou sair

Em entrevista à Rádio Correio FM, o deputado federal e candidato à reeleição, Veneziano Vital do Rêgo garantiu que até o dia 25 deste mês irá decidir se vai continuar ou não no MDB.

Prestes a decidir se permanece ou deixa o partido, Veneziano anunciou a data em que deverá tomar a decisão sobre o seu futuro político. Ele destacou que o convite para participar da chapa majoritária do PSB ainda está de pé, mas que nada foi acordado em relação a isso.

Ele avaliou que Ricardo Coutinho não condicionou nada ao realizar o convite e que acredita que o governador continue até o final do governo, ressaltando que essa é uma decisão pessoal do socialista.

Deixou claro que a possibilidade de afastamento do deputado Hugo Motta e a saída do colega parlamentar André Amaral da legenda afunila a possibilidade dele também migrar para outra legenda.

Devido sua relação de amizade com o presidente estadual do Podemos, o vereador Galego do Leite, Veneziano confirmou que se sair do MDB, as chances de ir para a legenda é a mais próxima.

O deputado frisou que é coerente com os eleitores e que após 20 anos na vida pública não irá impor constrangimento aos seus apoiadores, ao comentar a possibilidade do PSDB se coligar com o MDB nas eleições deste ano.

“Nós observamos esse pula pra lá, pula pra cá. Boa parte dos políticos de hoje acreditam que os cidadãos não vão lembrar das coisas. É nesse esquecimento que esses agentes políticos vão se mantendo. Eu não me sentiria a vontade na oposição. O episódio não me diz respeito, pois é uma questão de foro pessoal do prefeito de Luciano Cartaxo, mas o PSDB de Campina Grande ficou um tanto desnorteado. E Luciano Cartaxo tem razão em desconfiar, afinal de contas o PSDB tem um histórico. Basta que nos lembremos do que foi feito contra Cozete Barbosa, que se empenhou para ajudar Cássio ao governo. Tanto ela aqui, como Cícero Lucena em João Pessoa. Sob o compromisso que Cozete seria a candidata de Cássio nas eleições de 2004, mas ela foi abandonada por completo depois de ter sido minada em provocações por aqueles que estavam na Assembleia”, comentou.

Da Redação

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