VOCÊ SABIA? Ricardo Coutinho já foi candidato a deputado estadual não eleito

O governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), antes de passar pelo Executivo (Prefeitura de João Pessoa e Governo do Estado), ocupou assento na Câmara Municipal de da Capital paraibana (CMJP) e na Assembleia Legislativa (ALPB).

Ricardo, que é formando em Farmácia, ingressou na política em 1990, quando pelo Partidos dos Trabalhadores (PT) concorreu a uma cadeira na ALPB, ficando na oitava suplência, fato que se repetiu em 1994. Em 1992, Coutinho é eleito vereador de João Pessoa, sendo reeleito em 1996 com a maior votação do pleito, 6.917 sufrágios.

No pleito de 1998, é eleito deputado estadual após duas derrotas (1990 e 1994), com 25.388 votos. Na Casa, foi líder da oposição e presidente da Comissão de Saúde. Quatro anos depois, é reeleito com quase 48 mil votos.

Em 2003, deixa o PT devido a problemas internos e se filia ao Partido Socialista Brasileiro (PSB), legenda que em 2004 concorreu a Prefeitura de João Pessoa sendo já no primeiro turno com 215.649 votos (64,45% dos votos). Em 2008 é reeleito, obtendo uma expressiva votação de 262.041 votos (73,85% dos votos).

Em 2010, renunciou ao comando do Executivo Municipal para concorrer ao Governo do Estado. Durante a campanha, fica em desvantagem em todas as pesquisas, mas ainda assim termina o primeiro turno por uma diferença de cerca de 8 mil votos, levando a eleição para o segundo turno e se elegendo governador da Paraíba no dia 31 de outubro de 2010, derrotando o candidato a reeleição José Maranhão (MDB), com a votação de 1.079.164 votos (53,70% dos votos).

Na eleição de 2014, é candidato a reeleição enfrentando o senador e seu ex-aliado Cássio Cunha Lima do PSDB, com quem rompe politicamente. Termina o primeiro turno da eleição em desvantagem, obtendo 937.009 votos (46,05% dos votos), cerca de 28 mil votos a menos que seu principal adversário. No entanto, consegue virar o jogo no segundo turno e se reelege com 1.125.956 votos (52,61% dos votos) contra 1.014.393 votos (47,39%).

Agora em 2018, o socialista é cotado para disputar uma cadeira no Senado Federal e trabalha para fazer seu sucessor, o secretário de Estado, João Azevedo (PSB).

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