Campina Grande
Após homicídio, UEPB avalia implantar catracas com biometria para ampliar segurança
A Universidade Estadual da Paraíba está estudando a possibilidade de adotar o uso de catracas, com câmeras de identificação facial, digital ou cartões, após o homicídio que aconteceu na instituição no dia 3 de abril. A decisão aconteceu durante uma reunião da reitora Célia Regina Diniz com o Diretório Central dos Estudantes (DCE), nesta terça-feira (15), para falar sobre as medidas de segurança que estão sendo adotadas especificamente no campus de Campina Grande.
Durante a ocasião, a reitora descartou a utilização de detectores de metais “devido ao excesso de filas que seria formado, além do constrangimento que pode causar aos docentes, técnicos e aos discentes pela revista contínua”.
Medidas de segurança discutidas durante a reunião
- Controle de acesso com catracas eletrônicas;
- Contratação de segurança e agentes de portaria, para reforçar os postos instalados em pontos estratégicos da UEPB;
- Criação de rotas de fuga e corredores de emergência, com a instalação de escadas externas na Central Acadêmica Paulo Freire;
- Reestruturação da iluminação da UEPB, com substituição por lâmpadas de LED para melhorar a visibilidade e a segurança no campus;
- Uso de tecnologia de vigilância integrada, em parceria com a Secretaria de Segurança do Estado para implantação de um sistema inteligente com câmeras integradas ao Centro Integrado de Comando e Controle de Campina Grande;
- Estudo para implementação de câmeras com identificação facial, digital ou por cartão

