CASO EXPEDITO: Audiência de acusado de matar o tio acontece nesta quinta-feira (10)

A audiência de instrução de Leon Nascimento dos Santos, acusado de assassinar o ex-prefeito de Bayeux, Expedito Pereira, acontece nesta quinta-feira (10). Leon é apontado como executor do crime e fez um acordo de delação premiada com o Ministério Público, no qual confirmou Expedito a mando de Ricardo Pereira, sobrinho do ex-prefeito.

Leon teve o depoimento divulgado no dia 19 de fevereiro, ele afirmou que o mandante do crime foi o sobrinho da vítima, que era responsável por administrar as finanças do tio e estaria fazendo mau uso do dinheiro, inclusive na prática de agiotagem. De acordo com o acusado, Ricardo temia que Expedito descobrisse os crimes e alegou que sua família estava recebendo ameaças caso ele não executasse o crime.

Foi marcada a audiência de instrução do acusado de assassinar o ex-prefeito de Bayeux, Expedito Pereira. A juíza Andréa Carla Mendes Nunes Galdino marcou para o dia 10 de junho.

O depoimento de Leon foi divulgado na no dia 19 de Fevereiro. Ele disse que foi acuado a cometer o crime pelo sobrinho da vítima, José Ricardo. Ele disse que Ricardo era responsável por administrar as finanças do tio e estaria fazendo mal uso desse dinheiro, inclusive prática de agiotagem. A motivação, narrada por Leon, é que Ricardo não queria ser descoberto pelo tio. Leon relatou ainda que ele e sua família receberam ameaças caso não executasse o crime.

Já a defesa de Ricardo disse que na época que o depoimento de Leon não passa de uma “encenação”. Falou ainda que o sobrinho de Expedito não é o mandante do crime e nega qualquer envolvimento de Ricardo na morte do ex-prefeito. Assim como nega as ameaças ou desavenças financeiras com o ex-prefeito.

Em 12 de fevereiro, as prisões dos dois acusados de envolvimento no assassinato do ex-prefeito de Bayeux, Expedito Pereira, passaram de temporária para prisão preventiva.

Jean Carlos da Silva Nascimento, que está foragido, também seria uma idealizador do crime. Expedito Pereira foi baleado quando caminhava perto de casa no bairro de Manaíra, na capital paraibana, em dezembro do ano passado. A motivação do crime teria sido financeira.

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